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Uma tarde perfeita em Puebla, no México
jun/13
07
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Vitrine do México genuíno, a cidade oficialmente chamada Heroica Puebla de Zaragoza fica a 130 quilômetros da Cidade do México por uma autopista que parece um tapete. Afastada da rota turística, Puebla se derrama aos pés do vulcão Popocatépetl, onipresente com seus 5.400 metros de altura e nome impronunciável. De arquitetura colonial e célebre por sua gastronomia, Puebla (para os íntimos) é a porta de entrada para o México profundo – dos mariachi, das pimentas demolidoras e do fervor religioso – com inesperados e bem-vindos toques de sofisticação. Confira nossas dicas para uma tarde inesquecível na cidade.


13h – Mole poblano

De todos os moles (molhos) mexicanos, o poblano é um dos mais potentes e queridos, à base de chocolate e de uma lista imensa de especiarias. Também fazem parte da culinária local iguarias exóticas como larvas de formigas, huitlacoche (um fungo que vive no milho), chiles de nogada e grilos. Pratos com esses ingredientes, em suas respectivas temporadas, são servidos no restaurante tradicional Fonda Santa Clara – assim como outras receitas mais “normais”, para os menos ousados.

 

14h – Licor de pasita e boas compras

O charmoso Callejón de los Sapos é uma rua estreita ladeada de casas coloniais coloridas. Em suas lojas e antiquários é possível encontrar artesanato de qualidade, objetos de decoração e móveis de madeira maciça. A cerâmica local pintada a mão (conhecida como talavera) é primorosa e enfeita potinhos, vasos e caixinhas. Mas antes de iniciar o tour de compras, vale parar no emblemático e superantigo bar Pasita (esquina com a avenida Oriente, +52 222-232-4422), para tomar um licor local.

 

 

 

15h – História e religião

Como em qualquer cidade mexicana, o passeio pela cidade começa pelo zócalo, a praça da matriz. A catedral de Puebla não faz feio diante de nenhuma equivalente europeia. A igreja foi erguida entre os séculos 16 e 17 e é o resultado de uma explosiva (e improvável) mistura entre os estilos renascentista e barroco.

Mas suas pernas tremerão de verdade na igreja de São Francisco. Numa de suas capelas, o corpo mumificado de São Sebastião de Aparício repousa dentro de uma urna de vidro. Pedaços de seus pés foram levados como relíquia ao longo dos anos pelos fieis (quando o corpo não estava protegido). O resultado, um tanto macabro, pode ser visto ao vivo e em cores, já que o que sobrou dos pés do santo não está coberto. Os devotos se aproximam para pedir e agradecer milagres.

Também vale entrar no Museo Amparo, que ocupa dois lindos casarões dos séculos 16 e 17 e abriga peças pré-hispânicas e objetos de valor arqueológico.

 

17h – Drinque de fim de tarde

O design do hotel butique La Purificadora vale a viagem. A piscina é transparente, assim como a escadaria de vidro que dá acesso à cobertura, de onde se tem uma vista espetacular para o centro da cidade. Os confortáveis sofás ao ar livre convidam a ficar curtindo a vida – de preferência bebericando um drinque.

 


19 – Pôr do sol sobre a pirâmide

Cholula, uma cidadezinha que é como um bairro de Puebla, é como o México dos filmes de Hollywood, com ruas empoeiradas e enfeitadas com bandeirinhas. Seu ponto alto – literalmente – é a pirâmide de Tepanapa. A estrutura está coberta de vegetação (a não ser por uma pequena parte lateral) e é coroada pela igreja Nuestra Señora de los Remedios, simbolizando a fusão de culturas que compõe o país. De cima da pirâmide, o pôr do sol atrás do vulcão Popocatépetl é um espetáculo.

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