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Uma manhã perfeita na Ilha de Páscoa
abr/14
28
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Isolada no meio do Pacífico Sul, a 3.700 quilômetros da costa do Chile (país ao qual pertence) e a 4.200 quilômetros da Polinésia Francesa, a Ilha de Páscoa – ou Rapa Nui – é considerada a ilha habitada mais remota do mundo. Para chegar lá, são cerca de cinco horas de voo a partir de Santiago. Os chilenos, no entanto, não foram os primeiros colonizadores.  Esse papel coube aos polinésios, que teriam atracado por lá entre os séculos 4 e 5 (ainda que haja correntes que apontem para o século 8), e deixaram impressas para sempre as suas marcas culturais na língua, na dança e na comida da ilha.

O mito da Ilha de Páscoa teve início em 1722. No domingo de Páscoa daquele ano, o explorador holandês Jacob Roggerveen aportou na ilha por acaso, durante uma expedição em busca da Terra Australis. Foi um choque para o europeu constatar a presença das gigantescas esculturas de figuras humanas (os moais, que são o principal atrativo local), ao longo de sua costa. Como uma civilização tão primitiva e sem recursos de engenharia poderia ter construído colossos de até 20 metros de altura e 86 toneladas? Os mistérios da Ilha de Páscoa continuam fascinando os visitantes até hoje. A seguir, uma manhã perfeita na Ilha de Páscoa:

8h – Colossos de pedra

Há 887 moais no total, espalhados por várias partes desta ilha triangular. Visitantes mais dispostos podem até conhecê-los a pé, em longas caminhadas. Também é possível rodar a ilha de bicicleta, a cavalo ou em carro alugado (a maioria das estradas é pavimentada). Quem preferir pode ainda embarcar em uma excursão – as mais populares têm como grande atração o Rano Raraku, cratera de um vulcão em torno da qual estão espalhados vários moais, dispostos em uma colina. Outro cartão postal incontornável, sempre contemplado nas principais excursões, é Ahu Tongariki, a maior plataforma de moais, com 15 figuras. Um deles, de 80 toneladas, é o mais pesado de toda a ilha.

11h – Praia com arqueologia

Depois de uma expedição arqueológica, nada como relaxar em uma boa praia. A mais bonita da ilha, na costa nordeste, chama-se Anakena. Com areia bem branquinha e enfeitada por palmeiras, tem uma plataforma de moais que parecem carregar vasos sobre a cabeça.

13h30 – Almoço típico

De  volta a Hanga Roa, a única cidade da ilha, vale almoçar no Te Ra’ai , que serve comida típica da ilha, como peixes e vegetais na folha de bananeira, preparados em uma fogueira. A casa também promove apresentações de música e dança típicas. Depois, visite o Museo Antropológico P. Sebastián Englert  para saber mais sobre a história local.

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