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Uma manhã perfeita em Singapura
abr/13
12
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O aeroporto de Changi, um dos 20 mais movimentados do mundo, é um aperitivo do que o turista encontrará durante sua viagem a Singapura. A passagem pela imigração é tranquila, a bagagem chega rapidamente às esteiras, há muitos postos de atendimento ao turista, internet wi-fi liberada, computadores de uso comum – e também opções de lazer como cinema, piscina e poltronas de massagem.

A organização, a eficiência e a tecnologia dão o tom nessa ex-colônia inglesa que se tornou independente nos anos 19
60 e vem investindo sem parar em si mesma. As provas disso estão por toda parte: além do fator “uau” do aeroporto, há arranha-céus futuristas, um sistema de transporte público eficiente, cena artística movimentada, incontáveis vitrines de grifes internacionais e uma profusão de restaurantes de algumas das grandes estrelas mundiais da gastronomia (a cidade-Estado tem nada menos que seis restaurantes na lista dos 50 melhores do mundo da edição de 2012 da revista inglesa Restaurant).

O fulminante crescimento econômico de Singapura e o investimento maciço em modernização conferiram traços ocidentais à capital, mas não eliminaram suas origens. Malaios, chineses e indianos, cada etnia cultivando sua cultura em espaços diferentes da cidade, fazem o visitante compreender que está sim em um destino diferente dos outros, com um pé lá e outro cá. O ideal para conhecer a cidade é ficar pelo menos três dias, mas mesmo quem tiver apenas o tempo de uma conexão longa pode aproveitar algumas atrações, como a área de Marina Bay, desbravada no roteiro a seguir.

 


9h –
Depois do café da manhã, comece o dia em uma das áreas verdes da cidade, como o Gardens by the Bay, um imenso parque recém-inaugurado em Marina South, margeando o rio Singapura. São 250 mil plantas distribuídas em uma área equivalente a 100 campos de futebol – parte delas em estufas gigantes. Mas o que mais chama a atenção são as enormes torres artificiais em formato de árvore, com as “copas” conectadas por passarelas, acessíveis aos visitantes.

 

 

 

10h30 – Para quem não resiste a rechear a mala de compras, há shoppings e vitrines em todas as esquinas. O Crystal Pavilions abriga uma superloja da Louis Vuitton, enquanto o The Shoppes tem mais de 300 lojas, a maioria de grifes de luxo.

 

 


12h –
Na mesma região fica o ArtScience Museum, o mais importante museu de Singapura, um edifício em forma de flor de lótus que é um prato cheio para quem curte arquitetura contemporânea. O forte, mais do que o acervo fixo, são as salas de exposição temporárias, que já receberam obras de Salvador Dalí, Andy Warhol e Van Gogh. A próxima a ser inaugurada, em abril de 2013, trará múmias do Antigo Egito, que pertencem ao acervo do The British Museum.

 

 

 

13h – Vale almoçar no Marina Bay Sands Hote, coroado pela famosa piscina de borda infinita  em plena cobertura, com sua raia de 150 metros e coqueiros ao vento. O complexo, uma provocação arquitetônica que custou mais de 5 bilhões de dólares, tem restaurantes de três chefs-celebridade: Mario Batali, Daniel Boulud e Guy Savoy.

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