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Tóquio ou Pequim?
mar/13
18
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Duas megalópoles asiáticas com muita coisa em comum (a começar pela gigantesca população, pelo trânsito difícil e pelas ótimas opções gastronômicas), mas também com diferenças marcantes, as capitais do Japão e da China intrigam os visitantes. Em ambas, o visitante será desafiado, o tempo todo, a colocar em perspectiva suas crenças ocidentais para vivenciar essas culturas do outro lado do globo. Eleger uma delas para conhecer depende mais do seu paladar e dos interesses turísticos. Tóquio chama mais atenção pelo aparato tecnológico do que pela tradição arquitetônica milenar e é uma cidade em constante reconstrução. Pequim tem como seu centro a Cidade Proibida, antiga casa dos imperadores hoje aberta ao público, mas atrai também com obras da arquitetura contemporânea que já se tornaram ícones mundiais. A capital do Japão é referência para a moda, enquanto a chinesa recebe um fluxo cada vez maior de visitantes de negócios interessados em suas grandes feiras e eventos. A impecável e premiada cozinha de Tóquio encanta turistas gourmets, enquanto em Pequim se encontra um pouco de toda a variedade que forma a tradição culinária chinesa. É mesmo difícil decidir, por isso, confira o nosso comparativo:

Atrações – As luzes dos prédios e letreiros não deixam dúvidas de que Tóquio é uma megalópole mais moderna e high tech do que histórica – até porque a cidade foi consideravelmente destruída durante a Segunda Guerra Mundial. Mas há lugares antigos e imperdíveis: o Jardim Leste do Palácio Imperial (única área do palácio aberta à visitação pública) e o Santuário Shintoísta de Meiji. Quando o sol se põe, Shinjuku é o lugar onde você deve estar. Nesse bairro, se concentra a vida noturna.

Pequim, por sua vez, tem um pouco das duas coisas: construções históricas fora de série e pérolas da arquitetura contemporânea. A Cidade Proibida, um trecho da Muralha da China e o Memorial onde está o corpo do líder comunista Mao Tsé Tung fazem par com monumentos modernos, construídos para as Olimpíadas, como o Ninho de Pássaros e o Cubo d’Água.

Veja mais aqui sobre os passeios em Pequim.


Gastronomia

Tóquio é um paraíso para os gourmets. Em 2012, a cidade tinha mais restaurantes três estrelas Michelin (eram 17 três-estrelas) do que cidades como Paris e Nova York. Há de tudo: de lugares que servem apenas sushis e sashimis nada menos que perfeitos (e caríssimos), restaurantes ocidentais das mais diferentes especialidades, casas de lámen (caldo com macarrão) baratas e deliciosas… As surpresas ao paladar podem estar escondidas atrás de qualquer portinha. Para uma vista de cinema com carnes e frutos do mar excelentes, vale experimentar o restaurante New York Gril, no 52º andar do hotel Park Hyatt.

A história da comida chinesa é tão complexa quanto a história de formação do próprio país, que agregou em seu território diferentes etnias. Pequim é a cidade mais bacana para fazer ao menos uma iniciação em toda essa variedade. Há mais para provar do que o famoso Pato de Pequim, de sabor agridoce, já que são nada menos que 70 mil restaurantes na cidade. Os chineses são mestres em preparar frutos do mar e legumes a altíssimas temperaturas na wok (panela de ferro). Mas a cena gastronômica também tem opções com ares internacionais, com restaurantes caros e arrumados.

Hotelaria 

Tóquio tem hotéis das principais bandeiras (entre os mais luxuosos, Mandarin Oriental, Ritz-Carlton, The Peninsula), em um país famoso pelo atendimento diligente, pela eficiência e pela limpeza. Apenas tenha em mente que também se trata de um país com pouco espaço, portanto as acomodações serão quase sempre menores que a média de outros destinos. Para se hospedar conforme a tradição, procure um ryokan, com direito a futons e tatames, comida japonesa servida no quarto, banho de ofurô, kimonos para vestir – uma experiência inesquecível. É verdade que a maior parte deles se concentra na região de Kyoto, cidade a oeste da capital, mas Tóquio também tem alguns dos melhores ryokans do país, como o Guinza Yoshimizu.

Em Pequim, foi-se o tempo dos hotéis mal equipados dos anos mais rígidos do comunismo. Nos últimos 30 anos, com o crescimento de uma elite de executivos, e especialmente depois das Olimpíadas, a cidade não deixa a dever nas grandes bandeiras (estão lá Ritz-Carlton, Grand Hyatt, Aman, Park Hyatt). Em relação a Tóquio, a capital chinesa ganha no critério preço.

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