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Sul da França: Nîmes x Arles
fev/18
21
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O charmoso centro de Arles

O charmoso centro de Arles

Conectadas por linhas férreas, Nîmes e Arles são ideais para um bate e volta de trem a partir de outros destinos famosos do sul da França, como Avignon e Montpellier. Com 142 mil habitantes, Nîmes marca a fronteira entre as regiões da Provence e de Languedoc-Roussillon. Menorzinha, com 50 mil habitantes, a provençal Arles é uma das portas de entrada da Camarga, planície úmida no delta do rio Ródano protegida por um parque natural. Em comum, as cidades têm um riquíssimo legado dos tempos em que pertenceram ao Império Romano e uma profunda relação com as artes moderna e contemporânea. Qual delas é a sua preferida?

O legado romano

Les Arènes, o anfiteatro romano de Nîmes

Les Arènes, o anfiteatro romano de Nîmes

A comissão de frente de Nîmes é Les Arènes. Com 133 metros de comprimento e 101 metros de largura, é o anfiteatro romano mais bem conservado da França. Erguido por volta de 100 a.C., tinha capacidade para 24 mil espectadores e recebia lutas de gladiadores, execuções e outros “espetáculos” sangrentos. No interior, exposições mostram curiosidades sobre a história do lugar (vale contar com a ajuda de um audioguia). A imersão nos tempos do império se completa com a visita à Maison Carée, um templo de mais de dois mil anos erguido em homenagem aos dois filhos adotivos do imperador Augusto (que hoje decora uma das praças do Centro Histórico).

Como toda cidade romana importante, Arles também teve um belíssimo anfiteatro, cuja estrutura inspirada no Coliseu da capital italiana resistiu a dois milênios com relativa dignidade. Um pouco mais “novo” que o da cidade vizinha, foi erguido no final do século 1 e, com a queda do Império Romano, converteu-se em uma fortaleza, abrigando centenas de casas e duas capelas em seu interior. No século 19, voltou a ser usado como arena, e até hoje recebe shows e outros eventos.

Arte moderna

Um grande caixote de aço e vidro em pleno Centro Histórico de Nîmes faz um contraste acentuado com a Maison Carée. Projetado pelo arquiteto britânico Norman Foster, o edifício guarda o museu de arte contemporânea Carré D’Art. Inaugurado em 1993, expõe 400 obras concebidas a partir de 1960, e mantém uma ótima biblioteca especializada em design, dança, pintura, escultura e outras vertentes artísticas.

A Pont du Gard, cercada de bosques

A Pont du Gard, cercada de bosques

Arles, por sua vez, caiu nas graças de pintores como o espanhol Pablo Picasso e o francês Paul Gauguin no século 19. Mas foi o holandês Vincent Van Gogh que estabeleceu uma relação mais profunda com a cidade. Ainda que tenha estado menos de dois anos por lá (entre 1888 e 1889), teve tempo de pintar 300 telas em seus domínios e de protagonizar um episódio pelo qual seria eternamente lembrado. Em um momento de surto, cortou o lóbulo de sua orelha esquerda, supostamente após uma briga com Gauguin. Depois do incidente, retratou em várias telas as arcadas do hospital onde se recuperou. A Fondation Vincent Van Gogh disseca a relação do pintor com Arles.

Beleza natural

Nîmes fica a apenas 35 quilômetros da Pont du Gard, uma ponte-aqueduto construída pelos romanos no século 1 para abastecer a cidade de água (papel que desempenhou ao longo de mais de 500 anos). Tombado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, o monumento está cercado por uma bela infraestrutura turística. Às margens do rio Gardon, ainda há espaço de sobra para fazer caminhadas e piquenique em meio ao bosque. No verão, é possível pegar uma praia com vista para a ponte e até nadar.

No delta do rio Ródano, a poucos quilômetros de Arles, o Parque Natural da Camarga é uma planície alagada onde vivem cavalos selvagens, touros e uma grande quantidade de aves (como uma numerosa comunidade de flamingos) – os passeios de barco são a maneira mais prática de conhecer a região.

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