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Raio X dos passeios: Pequim
mar/12
05
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Todos os olhares do mundo se voltaram para a capital chinesa nos Jogos Olímpicos de 2008. Na época, o mundo ficou boquiaberto: o espetáculo de abertura da competição e a mega infraestrutura montada para ela foram invejáveis. Hoje, quase quatro anos depois, Pequim continua muito bem, obrigada. Os antigos monumentos construídos pelas mais importantes dinastias de imperadores chineses nos séculos 15 e 16 estão tinindo. A Praça da Paz Celestial, toda reformada na era Mao Tsé-tung, segue encantando os turistas – e espantando também, especialmente com o corpo embalsamado do próprio Mao, que pode ser visitado. Por outro lado, edifícios ousados projetados por grifes da arquitetura ocidental modernizaram o skyline da segunda maior cidade da China – atrás apenas de Xangai. Com tudo isso, é bom separar pelo menos uns 3 dias inteiros para bater perna pela cidade. Não faltam passeios classe A para se fazer em seus limites e nos arredores próximo. Os mais imperdíveis, listamos abaixo.

Cidade Proibida e Praça da Paz Celestial

Qualquer roteiro por Pequim começa aqui, no que foi a casa de 24 imperadores das dinastias Ming e Qing desde 1420. O palácio de madeira choca não só pela beleza, mas pelos números: são 9999 cômodos – sim, 9999. Nove era o número da sorte para os imperadores. Para que ninguém chegasse perto da nobreza chinesa, foram construídos muros de 10 metros de altura e um fosso de 5 metros de largura. Os destemidos que tentavam ultrapassar a barreira acabavam mortos. Agora que o império não existe mais, as portas do labirinto de jardins e edifícios vermelhos estão abertas (mas monitoradas por guardas e câmeras de segurança) e merecem pelo menos meio dia de visita. Em frente à Cidade Proibida está a Praça da Paz Celestial, cenário de uma das fotos mais famosas do século 20: foi ali que um estudante que protestava pela democracia e contra a corrupção do governo chinês enfrentou sozinho uma fileira de tanques de guerra, em 1989. Também foi ali que, 40 anos antes, o ditador Mao Tsétung proclamou o discurso que fundaria a República Democrática da China. Seu corpo continua lá, em um memorial, embalsamado. Quem quiser pode lhe dar um tchauzinho. Só não pode tirar foto.

Templo do Céu

Intelectuais pintando ideogramas, turmas de velhinhos fazendo tai chi chuan, grupos de chineses entoando canções tradicionais e improvisações de teatro. Tudo isso acontece hoje no templo que foi construído na mesma época em que a Cidade Proibida para abrigar os rituais de sacrifício do imperador. Entre os vários altares, vale a pena se deter no Pavilhão da Longevidade. Caso você seja um viajante com disciplina oriental, pode começar o passeio logo cedo. O Templo do Céu abre às seis da manhã.

Palácio de Verão

O frenesi da cidade de quase 20 milhões de pessoas fica para trás nesta área verde também chamada pelos chineses de Jardins Imperiais, onde a nobreza ia curtir as férias. A localização, no sopé das Montanhas da Longevidade, e as águas do Lago Kunming, nos arredores, só
deixam o clima mais bucólico. Para se sentir como um imperador.

Muralha da China

Os 6300 km da famosa muralha começaram a ser construídos há mais de 2 mil anos, pelo império, para proteger seu território da invasão mongol e de outros inimigos. A muralha corta o território chinês de Shanhai Pass, no leste, a Lop Nur, no oeste, mas seus trechos mais famosos, erguidos por volta de 1380, estão a uma hora de viagem de carro de Pequim. É para Badaling e Mutianyu que seguem a maioria dos ônibus de excursão, por isso, chegue cedo. Conforme a manhã corre, a muralha se enche de visitantes e vendedores de suvenires. Teleféricos carregam os que não querem subir as escadas até o alto das torres de observação. Os mais aventureiros podem procurar o passeio que leva a Jinshanling, a 120 km da capital. É de lá que parte um trekking de 10 quilômetros pela muralha, até Simatai – com direito a vivenciar o monumento de forma mais intimista e exclusiva.

Teatro Nacional e outros novos edifícios

No banho de loja que a cidade recebeu nos último anos, o governo chinês não olhou só para o passado e as revitalizações de monumentos históricos. Para as Olimpíadas, investiu na construção de edifícios que modernizaram Pequim. O mais ousado deles é o Teatro Nacional, projeto do francês Paul Andreu. A estrutura de vidro e metal se reflete no espelho d’água que a contorna formando a imagem de um ovo pra lá de futurista. Está pertinho da Cidade Proibida e da Praça da Paz Celestial. Mesmo que não haja jogo nenhum, vale pagar para entrar no Ninho de Pássaro, onde foi realizada a cerimônia de abertura dos jogos olímpicos. A dupla de suíços Herzog e de Meuron (da galeria Tate Modern, em Londres) assina a rede tecida de aço – seu apelido é auto-explicativo – que abriga até 85 mil espectadores.

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