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Os Centros de Visitantes do Projeto Tamar na Praia do Forte, em Fernando de Noronha e em Florianópolis
mar/16
07
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A marca do Projeto Tamar na Praia do Forte, na Bahia

Fundado em 1980 pelo antigo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal-IBDF, que mais tarde se transformou no Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), o Projeto Tamar é uma das iniciativas de conservação ambiental mais bem sucedidas e reconhecidas do país. A instituição, focada na preservação da vida marinha no nosso litoral, envolve as comunidades costeiras em sua missão socioambiental, e desenvolve um importante trabalho de pesquisa e conscientização. O foco principal do Tamar é a proteção das cinco espécies de tartarugas marinhas (Tamar vem da abreviação de “tartaruga marinha”) encontradas nas águas brasileiras – verde, oliva, de pente, de couro e cabeçuda – todas ameaçadas de extinção. Há bases instaladas em 25 localidades de nove estados brasileiros, lugares onde esses bichinhos costumam aparecer para se alimentar, desovar e descansar. Algumas dessas unidades têm infraestrutura para receber visitantes e, de forma divertida e interativa, conscientizar adultos e crianças sobre a importância da preservação da vida marinha. Confira, abaixo, as bases instaladas nos destinos mais turísticos do litoral do Brasil:

Praia do Forte, Bahia

Tartaruga verde nada em tanque do Tamar, na Praia do Forte

Fundado em 1982, o Centro de Visitantes da Praia do Forte é o mais antigo e também um dos mais populares: recebe 600 mil visitantes ao ano. Ícone do ecoturismo no litoral baiano, numa praia que é pioneira na preocupação com o desenvolvimento sustentável do turismo, a base ocupa uma área total de dez mil metros quadrados, de frente para o mar. Sua atração principal é o conjunto de tanques e aquários que somam 600 mil litros de água salgada, onde nadam exemplares da fauna marinha da região – incluindo quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil.

O espaço conta com a presença de monitores, projeção de vídeos educativos, exposição permanente de painéis fotográficos, loja e restaurante. Durante a temporada reprodutiva das tartarugas (setembro a março), é possível ver o manejo dos ninhos transferidos das áreas de risco, nas praias, para o cercado de incubação. E, de novembro a maio, os turistas acompanham os momentos em que os filhotes são soltos no mar. A entrada custa R$ 20.

Fernando de Noronha, Pernambuco

Inaugurado em 1996, o Museu a Céu Aberto da Tartaruga Marinha do Projeto Tamar de Noronha recebe cerca de 40 mil visitantes ao ano. Aqui, a consciência ambiental começa na arquitetura: na construção das instalações foram usados madeira certificada de reflorestamento e containers marítimos reciclados. As estruturas foram instaladas sobre pilotis removíveis, para não impermeabilizar o solo. Ficaram de fora os recursos naturais não renováveis da ilha, como areia e pedra (a extração pode causar erosão do solo).

O centro de visitantes tem painéis explicativos, réplicas das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, exposições de esqueletos, maquetes e vídeos. Às 2ª e 5ª feiras, os visitantes podem acompanhar gratuitamente a atividade de monitoramento de tartarugas na praia (há captura intencional, para marcação e biometria). De dezembro a junho, também dá pra observar o monitoramento noturno na praia do Leão, bem como a abertura de ninhos. No auditório, com capacidade para 90 pessoas, o Ciclo de Palestras Ambientais do Tamar oferece, diariamente, palestras feitas por pesquisadores convidados (sempre às 20h). A entrada, tanto para o Centro de Visitantes como para as conferências, é grátis.

Florianópolis, Santa Catarina

Tartaruga é devolvida ao mar na base da Barra da Lagoa, em Floripa

A unidade de Floripa do Tamar nasceu em 2005, na Barra da Lagoa. O objetivo é minimizar os efeitos predatórios da pesca sobre as tartarugas marinhas, sensibilizando as comunidades de pescadores locais. O centro tem cinco tanques de observação com exemplares de quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas que desovam no Brasil, além de uma sala para projeção de vídeos com 60 lugares. Na exposição permanente, painéis fotográficos explicam o ciclo de vida e anatomia das tartarugas. A entrada custa R$ 12.

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Uma resposta a Os Centros de Visitantes do Projeto Tamar na Praia do Forte, em Fernando de Noronha e em Florianópolis
  1. Loree disse:

    Thnkinig like that shows an expert at work

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